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Boletim do
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primeira quinzena de março de 2006
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Mulheres e homens construindo uma outra economia, numa diversidade de belezas, desafios, possibilidades... Homens e mulheres tecendo a democracia, a justiça social, a autogestão, a participação... Muit@s, mulheres e homens, homens e mulheres, vivendo a economia solidária.
Aqui trazemos um pedaço do que está acontecendo no movimento de economia solidária. São discussões, marcha, música, dança, fóruns, encontros, trabalho do dia a dia e tantas outras manifestações que expressam a multiplicidade de experiências dos diferentes segmentos (empreendimentos, entidades e gestores públicos). Contribua, envie-nos a agenda das atividades de seu Fórum Estadual e as notícias do sua comunidade, seu Estado. Assim vamos compondo a história de mulheres e homens construtores da economia solidária.
Boa leitura!
Fonte: Secretaria Executiva do FBES
No dia 7 de março ocorreu, em Brasília a primeira reunião da Comissão Organizadora da Conferência Nacional de Economia Solidária (para saber um pouco sobre esta comissão e os resultados do seminário do futuro conselho ocorrida nos dias 15 e 16 de fevereiro, vejam o relato passado pelo João Luis nesta lista e_solidaria). A Comissão Organizadora foi criada no seminário dos dias 15 e 16 de fevereiro, contemplando os 3 segmentos, em iguais proporções: 6 representantes de empreendimentos, 6 de entidades da sociedade civil, e 6 do poder público.
Foi uma reunião muito proveitosa, que agora está apontando mais concretamente para o processo de construção da conferência, que será muito intenso, e exigirá grande mobilização de todo o nosso movimento de Economia Solidária.
A parte da manhã e início da tarde foi dedicada ao acerto de vários detalhes do Regulamento da Conferência, enquanto que, no final, foram encaminhadas decisões sobre como dar continuidade ao trabalho, basicamente pela criação de Sub-Comissões com várias atribuições:
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=745&Itemid=1
Autores: Miguel e Cristiane, março de 2006 – São Paulo/SP
Amigas e amigos, a Feira Nacional de Economia Solidária está se aproximando, falta menos de um mês e já sabemos que todos os estados estão se articulando para o evento. Vamos aqui repassar algumas informações e contribuições para facilitar os encaminhamentos nos estados.
Como já é sabido, a feira acontece entre os dias 05 e 09 de abril em São Paulo no Parque do Ibirapuera, mesmo local onde acontecem eventos nacionais com o São Paulo Fashion Week, a Bienal do Livro, a Bienal de Artes e outros grandes eventos. Segue informações sobre o local e espaços:
O espaço é enorme e com uma grande circulação de pessoas, serão em torno 15 mil metros quadrados ocupados em 2 andares com parceria do Ministério da Cultura.
A distribuição dos espaços está sendo feita pela equipe do Minc e vai ser por estados.
Cada Estado terá um espaço muito grande onde vamos reunir os expositores da ES e os participantes dos Pontos de Cultura. O tamanho do espaço está se dando proporcionalmente à quantidade de Pontos de Cultura por estado. Entretanto os espaços são coletivos, não haverá fracionamento dos espaços ficando a gestão de forma compartilhada por todos os participantes. Cada Estado irá gestionar seu espaço de forma coletiva.
Somente para ilustrar os tamanhos dos espaços variam entre 100m2 a 900m2 por estado conforme a quantidade de pontos de Cultura. Ainda não temos uma definição da ocupação dos espaços, pois esta será determinada pelo Minc. Alguns estados já estão definidos, mas vale lembrar que mesmo os espaços menores são muito grandes, por isso precisaremos da criatividade dos estados para a decoração e exposição dos produtos.
Haverá televisores, vídeos e DVDs em todos os espaços, é interessante levar material visual como filmes das organizações para mostrar.
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=746&Itemid=1
Fonte: João luis da Silva (jlsilvapt@hotmail.com)
Com a proposta de que o fundamental é fazer, é lançar-se numa prática, e que, o fazer é indispensável. O Fórum Municipal de Economia Popular Solidaria de Nova Iguaçu, que teve sua fundação no dia 17 de setembro de 2005, através de uma ?Feira Popular Cultural e Solidária", evento realizado no SESC, sob o tema de que Sonhar é preciso, Realizar é possível. Propõe, em parceria com a Rede de Gestores Público Nacional de Economia Solidária e Movimento da Economia Solidária Estadual, realizar no dia 24 ou 25 de março de 2006 das 09:00 horas as 17:00 horas um Seminário Estadual de formação em Economia Solidária para gestores públicos municipais do Estado do Rio de janeiro, no FME – Fórum Mundial de Educação que estará acontecendo entre os dias 23 e 26 de março de 2006 no Município de Nova Iguaçu – Baixada Fluminense / Rio de Janeiro.
Esta iniciativa tem como objetivo:
Fonte: Pauline Grosso (pauline@casadagente.com)
Este ano, o Fórum Social Mundial (FSM) deixou Porto Alegre para Caracas na Venezuela. Poucos de nós tivemos oportunidade de participar, mas não foi por falta de vontade!
Então, aproveitando que temos vários companheiros que foram lá para participar, a Casa da Gente/ RJ organizou um intercâmbio / debate, na quarta feira, 22 de fevereiro, onde conversou sobre o que rolou, como foi, do que se falou, quais foram os momentos fortes, as decepções da sexta edição do FSM...
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=747&Itemid=1
Fonte: Secretaria Executiva do FBES
Nos dias 11 e 12 de março, em Florianópolis/ SC, ocorrerá o Encontro da Região Sul. Representantes do três estados da Região participarão do evento. Durante o encontro haverá capacitação de duas pessoas de cada estado para a construção coletiva da página do FBES.
20h00min horas - Jantar
07h30min - Café da Manhã
09h00min - Mística de Abertura
09h20min - Apresentação da proposta do encontro
09h30min - Apresentação individual (salientando sua história na economia solidária)
10h15min - Coffee Break
10h30min - Apresentação Geral dos Fóruns Estaduais (20 minutos para cada)
11h30min - Trabalho em grupos: aspectos da organização dos fóruns estaduais.
13h00min - Almoço
14h00min - Apresentação dos grupos
16h00min - Plenária com indicativos para o fortalecimento dos fóruns
17h00min - Coffee Break
18h00min - Livre
20h00min - Jantar
21h00min - Atividade de integração entre os fóruns
07h30min - Café da Manhã
09h00min - Cenário Nacional da Economia Solidária
- Conferências Estaduais e Nacional
- Legislação
- Relação SENAES e FBES
10h30min - Coffee Break
10h45min - Continuação da discussão
13h00min - Almoço
14h00min - Passeio turístico pela Bela Ilha de Santa Catarina
Fonte: Secretaria Executiva do FBES
Nos dias 09 de 10 de março, em Brasília, ocorrerá mais uma reunião do GTPCCS. Na próxima edição do boeltim traremos um relato desta reunião, cuja pauta girou em torno da construção do Sistema Nacional de Comércio Ético Solidário, da participação do GT na Feira Nacional de Economia Solidária.
Mais um espaço de comercialização de produtos da economia solidária está em funcionamento. No dia 06 de março a Empório Sol e Lua abriu suas portas em plena lua cheia, fase boa para inícios... O Empório Sol e Lua fica em Blumenau/ SC e foi idealizado por companheir@s participantes do Fórum Estadual de Economia Solidária.
Segue o relato de Cláudia Regina Telles:
"Estamos envolvidos com a Economia Solidária, desde 2002. Cláudia Regina, através da participação de Clubes de Trocas (ECOSOL e PERI – Florianópolis) na animação, mística e como artesã. Jéferson, como auto-gestionário da BRUSCOR, através da qual freqüentou de várias férias regionais e interestaduais de Economia Solidária.
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=748&Itemid=1
Fonte: Dione Manetti (dione.manetti@mte.gov.br)
Período de Realização: Janeiro de 2006 a Fevereiro de 2007 Abrangência Geográfica: Em todo o território Nacional Valor Total do Projeto: R$ 8.400.000,00 (oito milhões e quatrocentos mil reais) Entidade Proponente: FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA – FUB/UNB
O Projeto tem por objetivo promover ações de fomento e apoio ao desenvolvimento local solidário, com vistas à geração de trabalho e renda, disseminando, promovendo e implementando ações em comunidades pobres e em territórios que possuam potencial para o desenvolvimento de novas atividades econômicas, estimulando em especial, a organização de empreendimentos coletivos solidários.
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=749&Itemid=1
Por: José Selvino de Abreu - Presidente da Cooperativa e Coordenador do Projeto (45-9103-9043 ou globo@computec.com.br )
Santa Helena (PR), 20 de fevereiro de 2006
Prezados Companheiros, somos um grupo de pessoas organizadas em Cooperativa e pertencemos ao Projeto de Economia Solidária do Brasil e viemos ate aos Companheiros para pedir AJUDA, pois necessitamos com urgência recursos para manter nossa meta.
Estamos acampados desde 10/11/2005 com cerca de 220 pessoas, no pátio de uma empresa falida, do ramo de industrialização da mandioca, uma fecularia, localizada na zona Rural, Rodovia Coluna Prestes, Linha Santa Cruz, Município de Santa Helena, Estado do Paraná, onde estamos tentando fazer com que esta empresa esteja na mão dos trabalhadores.
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=727&Itemid=1
Fonte: Miriam Langenbach (miriaml@radnet.com.br)
Estamos nos aproximando da Convenção de Curitiba que acontecerá durante os dias 13 a 31 de março de 2006. Muitos não sabem, mas nesta ocasião, governos do mundo todo participarão da 3ª Conferência das Partes do Protocolo de Cartagena e também da 8ª Reunião das Partes da Convenção de Diversidade Biológica,chamadas de Mop3 e cop8. O que significa isso?
O Protocolo de Cartagena tem como principal objetivo proteger a biodiversidade e a saúde dos povos. Nesta Conferência os países membros terão que decidir finalmente sobre os padrões de identificação e documentação para o transporte internacional de transgênicos, o que significa determinar as regras para a importação e exportação de organismos vivos modificados. Em outras palavras, será definido o padrão de rotulagem destes produtos. A questão é a informação dada ao consumidor: ?contém trangênico? ou ?pode conter?. Segundo o código do consumidor, é de seu direito saber o conteudo/fórmula do produto a ser adquirido.
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=750&Itemid=1
Fonte: graalbrasil@graalbrasil.org.br
O movimento do Graal no Brasil em homenagem ao dia internacional da Mulher promoveu uma Noite Cultural: Mulher em Movimento, no dia 10 de março de 2006.
Na programação deste evento foi lançado o documentário "Mulher e Trabalho na Economia Popular Solidária" e Mostra de Produtos da Economia Popular Solidária , além de ter muita música, dança, sarau de poesia e comercialização de comida e bebida.
Fonte: Luciana Pereira (lucianalubiel@brturbo.com.br)
A Comunidade de Saúde, Desenvolvimento e Educação (COMSAUDE) através do setor de Juventude, Grupo de discussão da economia solidaria, Projeto Tambores do Tocantins, promoveu um Carnaval Popular.
Foi um grande arrastão! Ocorrido no dia 27- 02-06 ( segunda feira), pelas ruas do centro histórico de Porto Nacional. Todo o enredo esteve focado na cultura popular e solidária.
A novidade é que este carnaval teve um toque educativo. Saiu-se pelas ruas com 300 tambores, ( percunionistas do projeto Tambores do Tocantins), Bonecos gigantes, músicos da musica popular e as bandas Eletro acústico e CABAÇACANOS.
Fonte: Luci Choinacki (dep.lucichoinacki@camara.gov.br)
No dia 08 de março, dia da Mulher, a Esplanada dos Ministérios recebeu cerca de 5 mil mulheres para a III Marcha Nacional pela Aposentadoria das Donas de Casa. A programação do evento foi a seguinte:
9h: Concentração em frente a catedral
10h: Ato público com abertura e recepção pelo comitê de Brasília. Logo em seguida fala das donas de casa, representante dos Estados e entidades apoiadoras da mobilização.
11h: Saída da Marcha em direção da praça dos Três Poderes
12h: Orquestra das panelas "será o maior panelaço que o planalto central já presenciou", entrega do abaixo-assinado e almoço comunitário.
13h30: Segue a "marcha" até o final da Esplanada dos Ministérios.
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=751&Itemid=1
Fonte: ong_aquatro@hotmail.com
Acontecerá em Pernambuco, nos dias 10,11,12,13 e 14 de maio/2006 a I Feira de Comércio Solidário, no Shopping paço Algandêga-Centro Antigo do Recife.
Essa iniciativa solidária se deu em parceria com ONGs locais: AQUATRO,VISÃO MUNDIAL, ESCOLA-LIVRE de OLINDA, SEBRAE,PRO-CIDADANIA e outras) para fomentar as práticas de comércio solidário e promover o acesso dos pequenos/as produtores/artesãos ao mercado, que tem grandes dificuldades de comercializar sua produção.
Fonte: Carlos Henrique (clubedetrocas@ig.com.br)
Estamos agendando uma reunião em São Paulo, para discutirmos a participação no espaço de trocas da Primeira Feira Nacional de Economia Solidaria.
Dia da reunião - 13/03/2006
Local – Feira de Quem Faz, Rua José Bonifácio, 107 – Centro –SP
Horário – 14 horas
Neste dia, também será debatido um clube de trocas no espaço da Feira de Quem Faz, solicitação feita pelos expositores da Feira de Quem Faz.
Por se tratar de uma reunião em São Paulo, compreendemos que fisicamente não é possível a participação de todos que pretendem estar em São Paulo, somente nos dias do evento, que são 05 a 09/03/2006.
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=752&Itemid=1
Dia 11 de março, sábado, das 9:30h às 11:30h e dia 20 de março, segunda-feira , das 18h às 20:30h.
A partir de abril acontecerão sempre no primeiro sábado do mês: 01/04/06, 9:30h e na 3ª segunda - feira: 17/04, 18h
Local: Galpão Criolo do CEPRIMA - Centro Social 1° de Maio, na Rua Camoati, esquina São Nicolau, Passo D'Areia - Porto Alegre (ônibus Jardim São pedro, linha 605, sai da Praça Rui Barbosa)
Para participar, traga sua alegria, amizade, chimarrão ou algo para compartilhar e algum serviço ou produto feito por você para oferecer nas trocas. Aqui não usamos dinheiro, só a troca direta ou com nossa moeda o Obirici, que só serve para compartilhar e não para acumular. VENHA!
Fonte: Secretaria Executiva
O II Forum Internacional de Turismo Solidário e Comércio Justo ocorrerá entre os dias 23 e 26 de março, em Chiapas/ México.
O principal objetivo deste evento é contribuir com o fortalecimento do movimento internacional em favor de um comércio mais justo, tanto para os serviços de turismo como para os produtores agrícolas e artesanais.
Acesse mais informações e o programa deste evento em: http://www.fits.chiapas.gob.mx/
Fonte: Diogo Ferreira (bansol@ufba.br)
A BanSol - Associação de Fomento à Economia Solidária, lançou o Edital para a seleção de 4(quatro) bolsistas - 2(dois) de Administração e 2(dois) de Pedagogia - para exercerem as atividades de gerenciamento interno e representação da organização; e para exercerem atividades de campo e pesquisa científica relacionadas ao Projeto Eco-Luzia(que incluem acompanhamento e avaliação de empreendimentos solidários e sistematização de metodologias de campo de Economia Solidária).
O prazo para postulação da bolsa é até o dia 12 de março de 2006.
Maiores informações, leiam o edital!!!
Acesse www.bansol.ufba.br
Fonte: Andrea (andrea@ispn.org.br)
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) lança, por meio do Programa de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (Ppigre), chamadas de projetos ligadas a comunidades quilombolas, indígenas e às mulheres que atuam na agricultura familiar.
É a primeira vez que é lançada uma chamada de projetos específica para comunidades indígenas. Os objetivos da chamada "Apoio financeiro a Projetos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para populações indígenas" são estabelecer as condições necessárias ao apoio financeiro a projetos em atividades produtivas e ao desenvolvimento sustentável dos povos indígenas, apresentados por organizações indígenas, indigenistas e afins, públicas ou privadas, considerando as dimensões de gênero e geração, a constituição de redes de assistência técnica, a valorização das práticas e produtos tradicionais e o fortalecimento da identidade étnica.
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=757&Itemid=1
Fonte: Secretaria Executiva FBES
Foi lançado no último dia 13, com a presença de Ministros e/ou Secretários dos Ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário, o Edital PNF/FNMA nº. 01/2006: Formação de Agentes Multiplicadores, Assistência Técnica e Extensão Rural em Atividades Florestais aos Familiares do Bioma Amazônia.
O Edital, como parte componente do PRONAF Florestal, pretende estimular a agricultura familiar para a promoção do desenvolvimento rural sustentável e a redução do desmatamento ilegal na Amazônia, objetivando selecionar projetos que atendam as seguintes chamadas:
Chamada I - "Formação de Agentes Multiplicadores no Bioma Amazônia" - prazo de execução de 12 a 24 meses e montante de R$ 4 milhões a serem investidos;
Chamada II - "Assistência Técnica e Extensão Rural em Atividades Florestais a Agricultores Familiares do Bioma Amazônia" " prazo de execução de 36 a 48 meses e montante de R$12 milhões a serem investidos;
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=753&Itemid=1
Fonte: Andrea (andrea@ispn.org.br)
O Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS), coordenado desde 1994 pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), conta com o apoio do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (GEF), por meio do Small Grants Programme (SGP) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Em seus onze anos de existência o programa já concedeu 195 pequenas doações a organizações não-governamentais e de base comunitária para atividades ligadas à conservação e uso sustentável da biodiversidade no Cerrado, tendo gerado experiências em áreas como: fauna silvestre, apicultura, agroextrativismo, plantas medicinais, artesanato, beneficiamento de frutos, entre outras. Mais informações em www.ispn.org.br/ppp.html .
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=754&Itemid=1
Fonte: Clóvis Vailant (vailantc@hotmail.com)
A Universidade do Estado do Mato Grosso abriu seleção para professor@s universitários em diversas áreas do conhecimento.
Acesse o site e confira o edital: http://www.unemat.br/concursos/2006/unemat2006/arquivos/edital__abertura_8065981.pdf
Por: Francisca Sena, assistente Social e assessora técnica da Cáritas Regional Ceará.
A compreensão de que política não rima com a atuação das mulheres centra-se numa matriz androcêntrica e misógina que justifica um estranhamento e incompetência para exercermos tal atividade. Este suposto estranhamento e incompetência são descontruídos cotidianamente na organização e luta dos movimentos de mulheres e feministas, do campo e da cidade, porém a estrutura política administrativa do país é reveladora do alijamento das mulheres dos espaços estratégicos de deliberação. É no campo da política onde são definidas, executadas e avaliadas as políticas públicas, sendo a presença e participação das mulheres nesses processos e nas instâncias governamentais, fundamentais para a efetivação de políticas públicas que garantam direitos.
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=755&Itemid=1
Fonte: Francisco Verano (presidenciacolacot@yahoo.com)
Texto de Mariela Emperatriz Estrada, para o Encontro de Cooperativistas Indígenas na Semana Internacional da Mulhar, ocorrido no Panamá, no dia 08 de março.
Texto disponível em: www.fbes.org.br/?option=com_docman&task=doc_download&gid=133&Itemid=18
Artigo de Renata Adriana Rosa, Historiadora, Especialista em Políticas Públicas, responsável, nesta gestão, pela chefia de gabinete da SMATDC.
Artigo disponível em: www.fbes.org.br/?option=com_docman&task=doc_download&gid=134&Itemid=18
Fonte: Revista Caros Amigos (http://carosamigos.terra.com.br)
Autora: Natalia Viana
Uma reação contra a política econômica que gera o desemprego: os marginalizados tocam os seus próprios empreendimentos. E contam com uma ajuda inesperada: a de professores e alunos de universidades, nas chamadas Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares.
"O Brasil cresce enquanto seus políticos dormem." Ouvi essa frase em algum lugar, provavelmente aqui na redação, e foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando comecei a pesquisar o movimento cooperativista no Brasil.
Governantes e economistas continuam procurando saídas pela tangente para a crise do trabalho estudando números, dados e taxas. Enquanto isso, Geralda Maria Costa, paraibana radicada em São Paulo, teve de fechar a sua barraca de pastel e caldo de cana na avenida Jacu-Pêssego por causa do frio. Com sorte, tira 400 reais por mês, com o que sustenta os dois filhos e o marido desempregado. Acordar às 4 horas da manhã e trabalhar até o anoitecer, podendo ser expulsa a qualquer hora, já que a prefeitura não legalizou seu ponto, não é para ela nenhum sacrifício. Nem para milhões de outros brasileiros que dariam graças a Deus se pudessem tirar seu sustento do trabalho, qualquer que fosse. "Antes era mais fácil arrumar serviço. Agora, tão exigindo muito, três anos de experiência na carteira, se a pessoa tá desempregada há mais de dois anos não pegam e nem se tem mais de 30 anos." Por quê? "Porque acham que não dá tanta produção. Eu acho errado, tô com 42 anos e, se pegar o serviço que fazia na fábrica de tecelagem quando tinha 20 e poucos, dou conta." Da fábrica, ela foi demitida porque "ficou ruim de serviço" e os donos dispensaram os empregados mais antigos para "pegar gente mais nova pagando menos".
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=742&Itemid=1
Texto de Cristina dos Anjos,coordenadora político-pedagógica da Cáritas Brasileira e coordenadora da Comissão de Gênero do Secretariado Latino-americano de Cáritas (Selacc).
cc"hay que eliminar, como contraria al plan de Dios, toda forma de discriminación en los derechos fundamentales de la persona, ya sea social o cultural, por motivos de sexo, raza, color, condición social, lengua o religión" (GS 29).
A proximidade do dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, amplamente divulgado nos meios de comunicação e no comércio, reascende o debate sobre as condições de vida das mulheres em nossa sociedade e nos faz perguntar o que temos para comemorar.
Somos 40% da força de trabalho mundial, porém a conciliação entre a vida familiar e a vida "produtiva" do mundo do trabalho continua sendo um grande desafio para a eqüidade entre homens e mulheres. Além disso, ocupamos somente 3% dos postos executivos (UNFPA).
Leia a íntegra em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=756&Itemid=1
Boletim produzido pela Secretaria Executiva do Fórum Brasileiro de Economia Solidária
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