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01 de fevereiro de 2012 |
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Por Secretaria Executiva do FBES
Na reunião de dezembro de 2011 a Coordenação Executiva criou o Fundo Solidário do Fórum Brasileiro de Economia Solidária. O fundo possui como objetivo suprir necessidades de manutenção da Secretaria Executiva Nacional, que tem escritório em Brasília, e das atividades da Coordenação Executiva. Além disso, a intenção também é fomentar a proposta junto aos fóruns locais de economia solidária.
A contribuição dos/das militantes, fóruns locais, empreendimentos solidários, entidades e rede de gestores do movimento de economia solidária também é muito importante para ampliar esta sustentabilidade.
Depósitos podem ser feitos na conta poupança:
Caixa Econômica Federal - Agência 1041 op 013 C/P 18070-8 |
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Última Atualização ( 01 de fevereiro de 2012 )
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01 de fevereiro de 2012 |
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Por Comissão Nacional da Campanha
Lançado durante a atividade no Fórum Social Temático 2012, a Campanha pela Lei da Economia Solidária: Iniciativa Popular para um Brasil Justo e Sustentável disponibiliza um novo modelo de cartaz para a mobilização e divulgação da campanha em todo o país.
A nova versão do cartaz está com uma menor quantidade de textos, dando destaque para as frases principais e para a logo da campanha.
Acesse o novo cartaz lançado em: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1521&Itemid=216
Acesse todos os materiais gráficos, audiovisuais, notícias, lei e formulário da campanha em: http://cirandas.net/leidaecosol |
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Última Atualização ( 01 de fevereiro de 2012 )
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31 de janeiro de 2012 |
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Por Euclides Mance
A Secretaria de Desenvolvimento Territorial do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SDT/MDA) e o Instituto de Filosofia da Libertação (IFIL) estão oferecendo o Curso de Logística Solidária a distância, a ser realizado a partir do mês de março de 2012, através da internet, em ambiente virtual de aprendizagem (Moodle).
Os interessados devem realizar suas inscrições preenchendo a ficha completa e enviando-a (como anexo) para o endereço:
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. As inscrições se encontram abertas desde o dia 24/01/2012 e seguem até o dia 22/02/2012.
Maiores detalhes estão disponíveis em: www.ifil.org e www.ifil.org/cursos/economia solidaria e logistica de redes.doc
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31 de janeiro de 2012 |
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Fonte: www.cese.org.br
Em sua terceira edição, o Programa é direcionado ao desenvolvimento de capacidades de iniciativas produtivas locais e comunitárias.
Serão selecionados dez empreendimentos econômicos populares realizados de forma associativa, na construção de sua viabilidade e sustentabilidade econômica e da sua sustentabilidade socioambiental, disponibilizando ferramentas e apoios nas áreas de produção, gestão, formação, inserção de produtos no mercado e comercialização.
Inscrições vão até 10 de fevereiro de 2012. Acesse www.cese.org.br |
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31 de janeiro de 2012 |
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Por Campanha Permanente contra o uso de Agrotóxicos e pela Vida*
Na primeira semana de 2012, veículos da mídia de grande circulação divulgaram informações parciais e incorretas sobre o uso de pesticidas nos alimentos.
Nós, da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, contestamos essas informações e, com base no conhecimento de diversos cientistas, agrônomos, produtores e distribuidores de alimentos orgânicos, aproveitamos essa oportunidade para dialogar com a sociedade e apresentar nossos argumentos a favor dos alimentos sem venenos.
1 - O nome correto é agrotóxico ou pesticida e não “defensivo agrícola".
Como afirma a engenheira agrônoma Flavia Londres: “A própria legislação sobre a matéria refere-se aos produtos como agrotóxicos.” E o engenheiro agrônomo Eduardo Ribas Amaral complementa: “Mundialmente o termo utilizado é ‘pesticida’. Não conheço outro país que adote o termo ‘defensivo agrícola”. |
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Última Atualização ( 31 de janeiro de 2012 )
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31 de janeiro de 2012 |
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Fonte: Vera Machado (
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Em 15/12/11, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sancionou a LEI Nº 14.651 DE 2011, de autoria do deputado estadual Simão Pedro, que cria o Programa Estadual de Fomento à Economia Popular Solidária no Estado de São Paulo – PEFES.
Para o deputado, isto é uma grande conquista. “Tenho convicção que isso alavancará um setor que vem ganhando visibilidade e precisa de apoio do Estado para se desenvolver”, disse. Em novembro passado, o deputado entregou ao governador de São Paulo o livro “Economia Popular e Solidária: ferramenta para desenvolvimento social” como forma de incentivo para que Alckmin não vetasse a Lei. |
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Última Atualização ( 31 de janeiro de 2012 )
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30 de janeiro de 2012 |
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Fonte: http://www.brasil.agenciapulsar.org
A economia verde representa “um assalto aos territórios indígenas"
A convocatória geral da Cúpula dos Povos na Rio+20 ocorreu ontem (28), penúltimo dia do Fórum Social Temático (FST), em Porto Alegre. Representantes de diversos movimentos e organizações sociais se uniram na luta contra o “capitalismo verde”.
A Cúpula dos Povos por Justiça Ambiental e Social, em defesa dos bens comuns, vai ocorrer paralelamente à Conferência das Nações Unidas por Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho no Rio de Janeiro. O aterro do Flamengo, no centro da capital carioca, vai ser ocupado por diferentes entidades, unindo bandeiras de luta. |
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Última Atualização ( 30 de janeiro de 2012 )
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30 de janeiro de 2012 |
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Fonte:Inesc
Documento não questiona o caráter insustentável do sistema capitalista
São 19 páginas, 133 repetições da palavra “sustentável” e 39 do adjetivo “verde”. O documento que servirá de base para os acordos e resultados da Rio+20 oficial da ONU – chamado de rascunho zero (“zero draft”) – foi publicado na última semana,em inglês. Seu texto e sua estrutura revelam uma tentativa enfática de estimular práticas menos danosas para o meio ambiente dentro do modelo econômico hoje vigente. Mas não questiona o caráter insustentável desse mesmo sistema de desenvolvimento.
Assim avalia a antropóloga Iara Pietricovsky, do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e membro do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20. Claro: a simples constatação de quantas vezes uma palavra é utilizada num texto não permite uma análise aprofundada. No entanto, no caso do rascunho zero do documento final da Rio+20, a insistência nesses termos demonstra uma postura de manutenção do modelo atual de produção e de consumo, no qual o setor privado figura como ator principal. |
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Última Atualização ( 30 de janeiro de 2012 )
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30 de janeiro de 2012 |
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Fonte: www.fstematico2012.org.br
“Te cuida imperialista, a América Latina vai ser toda socialista”
O auditório da Usina do Gasômetro ficou lotado neste sábado, 28, ao sediar a assembleia dos movimentos sociais no início da tarde. Cerca de 1.500 pessoas participaram da atividade que teve como objetivo divulgar a plataforma conjunta das entidades rumo à Rio+20, programada para junho deste ano. Celso Woyciechowski abriu a assembleia saudando os participantes e aproveitou para convidar a todos para participar do Fórum Social Palestina Livre, que ocorre no dia 29 de novembro, na Usina do Gasômetro, também na capital gaúcha.
A mística do Levante Popular da Juventude animou os participantes que cantavam “Te cuida imperialista, a América Latina vai ser toda socialista.” Rosane Bertotti, coordenadora dos movimentos sociais e dirigente cutista, destacou a importância da unidade das organizações do campo, da cidade, das favelas, neste momento. |
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Última Atualização ( 30 de janeiro de 2012 )
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30 de janeiro de 2012 |
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Por Carlos Brandão
Poetizar a educação é poetizar a escola
A todas as pessoas amiga de perto e de longe. Desde Porto Alegre e do Fórum Social Temático estou enviando a pessoas amigas algumas ideias escritas um dia na beira do rio São Francisco e revistas aqui no Sul...
1. Descolonizar a educação da pedagogia e, mais ainda, do pedagogismo. Não permitir que a educação seja pensada apenas como algo entre a ciência-e-a-técnica. Relativizar o seu teor dominante de uma tardia e limitante escolha didático-científico - o que se resolve no "prosaico", lembrado por Edgar Morin - em nome de uma vocação equilibradamente dialógico-poética. Ou mesmo "poiética". Poetizar a educação e poietizar a escola.
2. Des-apressar o aprender. Retardar o que-saber em nome do como-viver. Retardar progressões escolares e abrir mais tempo ao poético por oposição ao prosaico (Edgar Morin), ao devaneio por oposição ao conceitual (Gaston Bachelard), ao dialógico (Paulo Freire), por oposição ao monológico (sobretudo o regido por apresentações previsíveis e pré-estabelecidas, via data-show), ao poiético = construir a poesia-de-si-mesmo, por oposição ao pragmático = instruir-se para construir apenas coisas.
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Última Atualização ( 30 de janeiro de 2012 )
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