Banco de deliberações do movimento de Economia Solidária rumo à IV Plenária Nacional!
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Finanças Solidárias
Bandeiras já realizadas!
criar o I Encontro Nacional de Empreendedores. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
criação de grupo de trabalho nacional para discussão e construção de polÃticas de finanças solidárias. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
1 - Sistema Nacional de Finanças Solidárias
Que o Credito Solidário seja articulado de maneira transversal(em vários setores públicos) nas polÃticas publicas, disponibilizando mais recursos financeiros. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
PolÃtica Nacional de Finanças Solidárias: (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
criar um sistema nacional de financiamento para a economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Sistema Nacional de Finanças Solidárias (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Sistema Nacional de Finanças Solidárias (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Tornar a Resolução 3.106 do Conselho Monetário Nacional em lei complementar ao Art. 192, que dispõe sobre o Sistema Financeiro Nacional. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
criação de um sistema nacional de finanças solidárias. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Desburocratização de financiamento a pequenos grupos de ECOSOL (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Elaboração de legislação para regulamentar a criação de fundos especÃficos para a economia solidária em nÃvel nacional, estadual e municipal. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
democratizar os recursos do FAT, permitindo maior inserção da Secretaria de Economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Necessidade de financiamento e apoio dos governos populares. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
2 - Finanças dirigidas ao apoio do desenvolvimento local comunitário
criar formas menos burocráticas e mais baratas de financiamento às comunidades de baixa renda e associações, com o acompanhamento do estado aos projetos. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
viabilizar financeiramente as comunidades indÃgenas, negras e os portadores de necessidades especiais que estão envolvidos em algum tipo de empreendimento. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
investir na auto-sustentabilidade das comunidades quilombolas. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Criar leis que tornem obrigatório aos bancos públicos e privados atender às necessidades das iniciativas da economia solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
4 - Programa/PolÃtica Nacional de Apoio a Fundos Solidários
Concepção de Desenvolvimento Sustentável e Solidário: econômico, social, cultural, ambiental e polÃtico (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
Os recursos financeiros devem ser não-retornáveis para a fonte financeira de origem. Deste modo, os financiamentos comprometidos com os projetos populares retornam exclusivamente aos FS's - locais, micro-regionais, estaduais etc. - conforme práticas e formas de retorno decididas pela comunidade, ou organização de participantes, em conjunto com as entidades fomentadoras. (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
Transversalidade e ou intersetorialidade que permita a integração com as demais polÃticas, em especial a de Segurança Alimentar e Nutricional (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
Articulação entre os três niveis de estado: federal, estadual e municipal (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
Gestão democrática que assegure a participação da sociedade civil na elaboração, execução e controle da polÃtica/programa (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
Processos de mobilização e organização comunitária (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
Protagonismo e o fortalecimento da cidadania dos sujeitos coletivos, grupos comunidades, trabalhadores coletivos (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
PolÃtica/Programa que seja inserido na construção da polÃtica de finanças solidárias, tal como prevista na I Conferência Nacional de Economia Solidária (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
Acúmulo de experiências e práticas de Fundos Solidários existentes nas suas mais diferentes formas de manifestação (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
Construir um Marco Legal adequado ao sistema financeiro, voltado para a economia solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Criação de um Fundo de Fomento à Economia Solidária, que seja controlado com transparência com participação da sociedade civil (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
No que tange ao acesso aos fundos públicos, deve-se pensar em novas fontes de receitas a serem investidas no fomento à economia solidária. Assim, propõe-se o estabelecimento de um percentual para esse fim a ser cobrado nos processos licitatórios. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
PRONADES (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
criação de um fundo nacional para economia solidária, que incorpore recursos de diversas fontes, tendo a gestão descentralizada e sobre controle popular, respeitando as diferenças regionais. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Instrumento de democratização ao acesso dos recursos voltados ao fortalecimento da ES (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
PRONADES (Programa Nacional de Desenvolvimento da Economia Solidária): A exemplo do PRONAF, mas superando seus erros (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
criar um fundo perdido para manutenção dos empreendimentos da economia solidária no inÃcio de seu funcionamento. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Criação de um fundo especÃfico para a ES desvinculado do sistema S. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Destinação de parte da verba pública que atualmente destina-se exclusivamente ao sistema "S" à Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Formação
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criar uma rede de gestores públicos a fim de socializar as experiências acumuladas. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
1 - Inclusão da Economia Solidária na educação formal (básica e superior)
inserir no currÃculo escolar os conteúdos de economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
curso em nÃvel de pós graduação para assessorias nessa temática (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
O MEC deve estabelecer diretrizes para que se trabalhem a cooperação na perspectiva da economia solidária, nos conteúdos e na metodologia dos currÃculos escolares. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Adequar o conteúdo dos livros didáticos à Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
propor trabalhos interdisciplinares envolvendo todos os conteúdos. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Lutar pela inclusão do tema da ES (em pesquisa e formação) nas universidades, pois estamos debatendo relações de trabalho e a construção do domÃnio do trabalho (humanização do trabalho). (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
incluir conceitos de economia solidária na educação formal, visando à criação de um novo modelo de sociedade. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Para tanto se faz necessária a formação de educadores do sistema público de ensino valendo-se, inclusive, do material produzido no mapeamento da Economia Solidária. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
Propomos que a polÃtica de extensão das Universidades seja incorporada como um eixo da polÃtica de avaliação do MEC. Esta polÃtica de extensão deve ter um foco na economia solidária e a autogestão, pois hoje tende a ser reduzida a práticas assistenciais. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Inserir a discussão sobre economia solidária nos espaços educativo: escolas públicas em todos os nÃveis. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
criar programas educacionais de economia solidária junto ao MEC. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
estÃmulo à extensão universitária junto ao MEC, com atuação frente à s questões da economia solidária, buscando a pesquisa e a formação. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
2 - Tecnologia e pesquisa para melhoria da produção
Lutar pela inclusão do tema da ES (em pesquisa e formação) nas universidades, pois estamos debatendo relações de trabalho e a construção do domÃnio do trabalho (humanização do trabalho). (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
valorizar a função social da tecnologia e não apenas a sua função econômica. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
PolÃtica governamental para acesso dos grupos de ES à produção de ciência e tecnologia. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Desenvolver tecnologias apropriadas à proposta de economia solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
desenvolver polÃticas de ciência e tecnologia voltadas à melhoria da qualidade dos produtos da economia solidária, respeitando a cultura e os saberes locais. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
processo educativo interligado ao desenvolvimento de novas tecnologias. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
acesso a equipamentos e conhecimentos que propiciem a agregação de valor ao produto desenvolvido pela economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
resgatar e valorizar o conhecimento acumulado pelas experiências de economia solidária, mapeando e sistematizando esse conhecimento enquanto uma tecnologia apropriada. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Criar polÃticas de apoio e fomento à pesquisa que estimulem a inovação tecnológica nas universidades e centros de pesquisa. Tais polÃticas devem propor bolsas e auxÃlios nesta área, projetos de extensão e inclusão de valorização de ações neste campo junto à s agências financiadoras de pesquisa em nosso paÃs (CNPq, CAPES, FACEPE, dentre outros) (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
produção de novas tecnologias de viabilização econômica. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
descentralização da tecnologia e da informação. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
tornar socialmente mais acessÃveis tecnologias úteis aos empreendimentos solidários e utilizar recursos disponÃveis nas universidades para desenvolver tecnologias voltadas aos empreendimentos solidários. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
interface com as universidades públicas no desenvolvimento de tecnologias da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Melhorar a divulgação/acesso das tecnologias (universidades públicas) aos empreendimentos solidários. MEC/SENAES. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Buscar qualificar tecnologicamente a ES (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Capacitação fornecida pelas SENAES para a produção (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Criar linhas de financiamento federal aos programas de capacitação e tecnologia social para os empreendimentos da economia solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Contribuir para a melhoria da qualidade da produção (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
manejo e vigilância sanitária (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
3 - Centros Públicos de apoio à Economia Solidária
Criar centros de formação em economia solidária que trabalhem com as diferentes faixas etárias, priorizando como temas de formação os princÃpios da ECOSOL, autogestão, qualidade da produção, finanças, comercialização para mercados diversos, design, elaboração de projetos, cálculo de custos de produção e captação de recursos. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
criar centros solidários para o desenvolvimento da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
poder público fomente a economia solidária com a criação de centros de apoio e financiamento, garantindo a independência dos grupos. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
4 - Programas públicos de divulgação e comunicação sobre a Economia Solidária
criação de novos instrumentos para comunicação, linguagem, informação e tecnologia, garantindo a horizontalidade. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
utilização dos meios de comunicação já existentes ou a criação de um veÃculo de comunicação que cubra, divulgue e sensibilize a sociedade para os valores da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
facilitar a concessão de rádios comunitárias auto-gestionárias, jornais, vÃdeos, cartilhas, uma "Voz do Brasil Solidária", etc. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
divulgação massiva da cultura e dos produtos oriundos da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
acesso à comunicação. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
5 - Financiamento público de pesquisas em Economia Solidária
Criar polÃticas de apoio e fomento à pesquisa que estimulem a inovação tecnológica nas universidades e centros de pesquisa. Tais polÃticas devem propor bolsas e auxÃlios nesta área, projetos de extensão e inclusão de valorização de ações neste campo junto à s agências financiadoras de pesquisa em nosso paÃs (CNPq, CAPES, FACEPE, dentre outros) (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
usar recursos do FAT. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
É necessário revisar o Sistema "S":
1) Ou mudar sua forma de financiamento e metodologia ou criar um sistema próprio para a economia solidária.
2) Transferência dos seus recursos para os fundos públicos com controle social. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Inserir os conteúdos da economia solidária no Plano Nacional de ATER e na formação de seus agentes multiplicadores. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Necessidade de polÃtica de formação do governo para os agentes executores de suas polÃticas e programas, tais como bancos (CEF, BB, Bancos do Povo) e DRT´s, sobre a Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Marco Legal
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Maior atenção aos pedidos e solicitações dos empreendimentos solidários com retorno de polÃticas públicas como resposta. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
canal de diálogo com o governo. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
interlocução das OSCIPS/governo/ empresas de economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
organizar o I Encontro do Empreendedor Popular Solidário no paÃs. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Apresentação imediata do mapeamento dos empreendimentos da Economia Solidária realizado pela SENAES. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
organizar fóruns por unidades federativas como forma de mobilização social. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
conceber núcleos regionais nos estados para a mobilização e articulação da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
debater a nova Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
super simples (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
1 - Lei do cooperativismo
Igualmente, propomos uma legislação especÃfica e/ou a regulamentação da Lei de Cooperativas Sociais que dará oportunidade à s pessoas com deficiência, com transtornos mentais, adolescentes e jovens, pessoas da terceira idade, presos e egressos do sistema prisional e psiquiátrico, dependentes quÃmicos - de se organizarem solidariamente. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
Redução do número mÃnimo de participantes para formar cooperativas. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
criação de uma legislação especÃfica voltada para as cooperativas autênticas, para a massa falida e para empreendimentos solidários. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
É essencial conquistar reconhecimento na lei para as cooperativas de trabalhadores/as, rurais e urbanos, artesãos/ãs, etc. e facilitar o registro dos grupos informais, reduzindo o número mÃnimo de sócios/as para sete, e reduzindo as exigências burocráticas, que exigem muito dinheiro e tempo para sua formalização. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
elaborar legislação especÃfica e fiscalização para cooperativismo em empresas auto-gestionárias. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Regulação dos Atos Cooperativos para funcionamento das cooperativas populares. Como por exemplo, a ausência de tributação sobre trocas solidárias. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
cooperativas sociais (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Aprovar proposta de Lei Geral do Cooperativismo (de acordo com nossa proposta) (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Tirar a obrigatoriedade de publicação de editais em jornal (custo muito alto). (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Garantir que a lei do cooperativismo permita a constituição de cooperativas com qualquer número de trabalhadores e trabalhadoras, conforme o interesse desses. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Atualmente há uma representação inadequada do cooperativismo popular via Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB. Não condiz com as necessidades das pequenas associações e cooperativas da Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Lei do cooperativismo. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Partindo da legislação atual do cooperativismo, propor uma atualização que atenda à realidade dos empreendimentos da Economia Solidária. Uma Lei especÃfica para a Economia Solidária visando a redução da burocracia e taxação. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Redução dos valores arrecadados dos cooperados para a seguridade social de acordo com as possibilidades do contribuinte. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
que o estatuto da economia solidária tenha ações baseadas nos princÃpios dos direitos humanos. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Não caberá a qualquer entidade representativa do cooperativismo interferir no processo de formalização e/ou funcionamento de cooperativas legalmente constituÃdas, a não ser no caso de adesão aos seus quadros societários. Por Empreendimento Econômico Solidário organizado sob a forma jurÃdica de cooperativa, entende-se que sejam as empresas sociais cujo modelo de autogestão seja assumido como princÃpio e que a capacitação econômica com obtenção de retorno financeiro se dê apenas para os associados na proporção do capital social e transações realizadas no exercÃcio fiscal. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
Regulamentação de uma lei de cooperativas que facilite a estruturação delas com menos associados. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
2 - Estatuto (ou Lei Geral) da Economia Solidária
Tirar a obrigatoriedade de publicação de editais em jornal (custo muito alto). (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Reconhecer e definir legalmente os Empreendimentos Econômicos Solidários (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
estabelecer um marco jurÃdico adequado para a economia solidária, pensando-a como um sistema próprio. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Estatuto para os Empreendimentos Solidários. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Estatuto da Economia Solidária (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Discussão do projeto de lei para fomento da economia solidária. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Marco JurÃdico para a economia solidária (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
reconhecimento formal de outras formas de organização social para o trabalho, fundadas em princÃpios populares e solidárias. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
conceituar normativamente empresas de auto-gestão, cooperativas populares, bem como aquelas organizações de economia familiar. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
cadastro geral de empreendedores populares, com regularização das atividades e emissão de CNPJ. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
legislação que possibilite o crescimento dos empreendimentos populares. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Garantia de que os empreendimentos informais tenham acesso aos programas governamentais, a fim de se fortalecerem possibilitando inclusive sua formalização, dentro das novas formas propostas. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
criar/atualizar leis especÃficas trabalhistas, código civil, tributárias e previdenciárias para a economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Associação ter direito de emitir notas fiscais. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Leis que regulamentem a economia solidária caracterizando empreendedor solidário e estipulando tributação diferenciada, CMN/BANCO CENTRAL). (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Modificação da legislação para a formalização de grupos de ES. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
3 - Programas e polÃticas públicas de apoio à Economia Solidária
criação de lei que institui polÃticas públicas para a economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
criar polÃticas públicas para o apoio e desenvolvimento de experiências no campo da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
inserir no próximo censo formulário que possibilite a identificação dos empreendimentos solidários. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
transversalidade nas ações públicas no campo da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
criar instrumentos legais que eliminem os atravessadores. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
4 - Leis Estaduais de Fomento à Economia Solidária
mudança nas leis públicas estaduais para agrupar os segmentos da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
articular os empreendimentos de economia solidária com os programas sociais do governo. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Facilitação jurÃdica, por parte dos estados, para legalização dos empreendimentos da Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
5 - Mercado institucional: compras governamentais e licitações
licitação pública diferenciada, que contemple empreendimentos de economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
criar/atualizar leis especÃficas trabalhistas, código civil, tributárias e previdenciárias para a economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Modificação da lei de licitações possibilitando a participação de empreendimentos solidários devidamente certificados. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Alterar a lei de falências (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Que as cooperativas da Economia Solidária possam participar em licitações públicas. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
adaptar a lei 8.666 às cooperativas autênticas, permitindo a concorrências em licitações. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Reformulação da Lei de Licitação dando prioridades aos empreendimentos solidários, (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Revisão da legislação que impede aos beneficiários de BPC (benefÃcio de prestação continuada) a participação em cooperativas. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
adaptar a lei 8.666 às cooperativas autênticas, permitindo a concorrência em licitações. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Incentivar que o poder público e as entidades de apoio consumam produtos e serviços da economia solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Modificação da lei de licitação para as compras governamentais. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Estabelecer cotas nas licitações públicas para compras na ES. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Adoção de produtos da ES pelas prefeituras locais. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Rever os programas do Governo Federal, a exemplo da CONAB e outros. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
cota obrigatória para o mercado institucional público, envolvendo mercadoria e/ou serviços da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Discutir programas da CONAB (compra direta) (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
priorizar nas compras governamentais os produtos da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Garantir que os órgãos públicos priorizem a aquisição de produtos da ECOSOL para os seus programas, ações e atividades, a exemplo da merenda escolar, para a qual devem ter prioridade os produtos locais. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Lei de licitação (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Lei federal obrigando os municÃpios a aplicarem na produção local/ nas vocações das cidades. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Compras públicas (cotas governamentais para compra de empreendimentos solidários) (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Alterar a lei de licitações (fomento a compras públicas de produtos e serviços da ES) (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Prioridade na contratação de cooperativas da Economia Solidária em serviços públicos. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Porque que o governo não tem uma legislação própria que garanta a possibilidade de parcerias comerciais ou de serviços com as cooperativas de trabalhadores e trabalhadoras (que não seja a lei de licitação)? (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
cota obrigatória para que o poder público adquira produtos do empreendedor popular. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
estabelecimento de cotas para produção das cooperativas. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
polÃtica de compras governamentais. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Projetos de lei que facilitem a emissão de notas e a facilitação das compras públicas em todas as esferas de governo, priorizando a compra de merenda escolar, vestuário etc de pequenos produtores, tendo no mapeamento uma forma de prospecção de negócios. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Que as escolas públicas e programas sociais, relacionados à alimentação, adquiram produtos oriundos da Economia Solidária em forma de projeto de lei. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Proposta de criação de uma cota para os empreendimentos da economia solidária nas compras públicas. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
6 - Tributação
Taxas de juros diferenciados subsidiados (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Que estados e municÃpios dêem isenção de impostos e subsÃdios por tempo determinado aos empreendimentos da economia solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
ICMS solidário ou simples solidário diferenciado (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Anistia total de dÃvidas públicas passadas, dos empreendimentos solidários. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Discutir uma proposta para tributação solidária para garantir espaços na reforma tributária. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Criação de um imposto único para as cooperativas populares e que isso não signifique a somatória dos valores atuais. "Achamos importante a legalização, mas estamos entre pagar impostos e comer...". (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
emissão de nota especial de venda para poder participar das concorrências. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Redução eou isenção do pagamento de taxas da Junta Comercial e tributos cartoriais para empreendimentos solidários. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
promover tributação diferenciada para as cooperativas populares, conforme escala de produção, etc. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
tributação especial para as cooperativas de Economia Solidária, nos nÃveis federais, estaduais e municipais (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Carga tributária diferenciada para as cooperativas de auto-gestão. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
isenção de impostos estaduais, municipais e federais para o custeio da produção. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Revisão dos impostos cobrados das cooperativas de ES/ diferenciamento nos impostos. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
7 - Ampliar instrumentos de controle social e de diálogo com o poder público
Elaborar instrumentos para o controle social das polÃticas públicas (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Dialogar com órgãos do Governo Federal para melhorar a polÃtica pública da ES (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
inclusão da economia solidária nos fóruns de discussões, representações e decisões relacionados à implementação de polÃticas públicas. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Incentivar a formação de conselhos municipais de economia solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Combate ao falso cooperativismo. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
9 - Falências (apoio e fomento à recuperação de empresas falimentares)
Penalidades para os empresários que deram origem à falência. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Com relação à s cooperativas de trabalho, criar lei especÃfica que incorpore os custos dos direitos sociais e trabalhistas, de forma a impedir a precarização do trabalho. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Que os proprietários de empresas falidas não possam desenvolver atividade cooperativista ou de auto-gestão. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
1 - Apoio à formação de redes e cadeias de produção, comercialização e consumo
Democratizar as cadeias produtivas (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Devem ser consolidadas e ampliadas as ações e programas já existentes, tais como: o apoio às Feiras de Economia Solidária, viabilizando eventos (feiras, exposições, festivais, mercados populares de trocas, circulação de moedas sociais, encontros e oficinas) municipais, microrregionais, estaduais e nacionais. o fomento à criação de Redes, cooperativas e Cadeias Produtivas solidárias entre os empreendimentos e consumidores. projetos de agentes de desenvolvimento e economia solidária, Centrais de Comercialização. Casas da Ecosol, criação e manutenção de Centros Públicos de Economia Solidária, como espaços multifuncionais, de intercâmbio cultural, de formação e como espaços de articulação para a busca de alternativas de comercialização atendendo as microrregiões, garantindo a participação dos empreendimentos na gestão, articulados ao desenvolvimento territorial. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
Criação e fortalecimento de Complexos cooperativos como forma de implantar o mercado justo. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
garantir financiamento para a construção de redes. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Fortalecer redes/cadeias de produção/comercialização existentes. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
estimular o uso de moedas sociais em feiras e clubes de troca, numa perspectiva de afirmação da lógica da dádiva. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
articular a cadeia produtiva. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
construção de cadeias produtivas integrando campo e cidade. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Estimular e apoiar a criação de redes e cadeias produtivas, de comercialização e consumo, promovendo intercâmbio entre elas (troca de experiências e conhecimento, realização de ações conjuntas). (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Definir cadeias produtivas prioritárias (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
2 - Apoio a um sistema de informações em Economia Solidária que potencializem redes e cadeias
realizar diagnóstico qualitativo e quantitativo da economia solidária no Brasil, para construirmos uma rede de informações. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Promover a divulgação da ECOSOL nos meios de comunicação, ressaltando seus princÃpios e sua prática, incentivando o consumo dos seus produtos, a participação nos seus eventos e estimulando a formação de uma consciência social que valorize a economia solidária. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Utilizar os meios de comunicação (TV, rádio, jornal, etc) já existentes para sensibilizar acerca do consumo solidário. MC/RADIOBRAS. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
realizar um mapeamento nacional da diversidade dessa economia popular e solidária e compreender e empreender estudos de viabilidade socioeconômica das iniciativas. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Potencializar as formas de comunicação entre empreendimentos solidários (base de dados) para identificação de insumos comuns, promoção de acordos para atender a demanda comum, planejamento, produção, comercialização e trocas mútuas. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Um banco de informação da ES com acesso nacional. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Criar um código de comercialização/marketing dos produtos a economia solidária (código de barra). (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
avançar no debate sobre a certificação dos produtos da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
criar selo de controle de qualidade adequado à economia solidária com certificação participativa de produtos e serviços. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Criar um sistema público de certificação dos produtos da ECOSOL e de selos especÃficos para esses produtos. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Certificação do trabalho no corpo da Economia Solidária. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Criar legislação apropriada de certificação, fiscalização e vigilância sanitária que permita a circulação de produtos da economia solidária. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Debater com o poder público federal a legislação relativa à certificação de produtos caseiros (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Certificação de produtos da Economia Solidária (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
4 - Programas e polÃticas de apoio a criação e sustentação de espaços de comercialização solidários
Devem ser consolidadas e ampliadas as ações e programas já existentes, tais como: o apoio às Feiras de Economia Solidária, viabilizando eventos (feiras, exposições, festivais, mercados populares de trocas, circulação de moedas sociais, encontros e oficinas) municipais, microrregionais, estaduais e nacionais. o fomento à criação de Redes, cooperativas e Cadeias Produtivas solidárias entre os empreendimentos e consumidores. projetos de agentes de desenvolvimento e economia solidária, Centrais de Comercialização. Casas da Ecosol, criação e manutenção de Centros Públicos de Economia Solidária, como espaços multifuncionais, de intercâmbio cultural, de formação e como espaços de articulação para a busca de alternativas de comercialização atendendo as microrregiões, garantindo a participação dos empreendimentos na gestão, articulados ao desenvolvimento territorial. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
Gerar oferta conjunta para compras públicas. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Discutir pontos de comercialização regionais / municipais. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
criar feiras de economia solidária e intercâmbio estadual, nacional e internacional. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Ampliação dos espaços de acesso ao mercado, bem como ocupar (disputar) espaços em feiras nacionais financiadas pelo governo federal, para a ES. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Centros de Produção Solidários (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Centrais de comercialização (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
financiamento público de espaços em grandes feiras promocionais. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
implantação de centrais de comercialização de produtos (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Criar a casa da ES em cada estado. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
espaços públicos para a comercialização de produtos da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Potencializar e ampliar os festivais e feiras de economia solidária nos estados e municÃpios, garantindo junto ao poder público local uma agenda permanente. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Programa Nacional de Feiras de Economia Solidária (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Centrais de comercialização e outros tipos de pontos de venda (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Condições para a estruturação das feiras tais como: som, barracas, divulgação, transporte das mercadorias, espaço, etc). (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Criar uma central de negócios da economia solidária para comercialização de modo geral. MDA/INCRA/MDS/CONAB. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
criar espaços de comercialização alternativos. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Fomento à constituição de mercados solidários públicos em espaços públicos ociosos (viabilizar armazenagem, formação, comercialização, etc). (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Postos de comercialização municipais: centros públicos de comercialização. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Sistemas de comercialização de produtos da Economia Solidária e Agricultura Familiar (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Realização de feiras municipais permanentes. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Criar centros de comercialização e lojas dos produtos da ECOSOL por microrregião do Estado, com espaço próprio para a venda de produtos diferenciados (agroecológicos, orgânicos etc.). (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Fomentar a criação de espaços de comercialização nos municÃpios que possibilite a inclusão de empreendimentos informais da economia solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
instalação de infra-estrutura de comercialização de produtos da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
5 - Programas e polÃticas de infra-estrutura para produção, comercialização e consumo solidários
Criar laboratórios em cada estado habilitados para exames de doenças viróticas, bacteriológicas e etc, bem como, análise de alimentos como ovos, carnes, leite, água, mel, hortaliças e frutas. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Implementar programas que facilitem aos empreendimentos da ECOSOL o acesso aos meios de produção e possibilitem a criação da infra-estrutura necessária à produção e à comercialização direta, inclusive interestadual, eliminando a figura do atravessador. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Os investimentos prioritários devem ser em infra-estrutura de produção, tais como: eletricidade trifásica, galpões, terraplanagem, facilitação de acesso a produtos monopolizados como o cimento, o vidro, etc. logÃstica de armazenamento e distribuição com estradas, trens, barcos, linhas de transporte coletivo e de comercialização como quiosques e centrais de compra. investimentos em comunicação, como por exemplo, telefonia fixa móvel, internet "banda larga" etc. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
Facilitar a doação de equipamentos usados e semi-novos para os produtores. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Estabelecer programas de apoio à infra-estrutura, tanto no aspecto interno (sede, armazenagem de produtos, máquinas e equipamentos) (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Tarifas especiais dos Correios para empreendimentos de Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Devem ser ampliados os investimentos em infra-estrutura de base para a produção, distribuição, comercialização e consumo de produtos e serviços dos empreendimentos da economia solidária para viabilizar o escoamento da produção, em condições de atender as necessidades dos empreendimentos. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
Processo de capacitação dos FEESs e de fornecimento de informações acerca de editais e possÃveis instituições financiadoras (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Apoio público à realização de oficinas para a organização de redes por estado, com levantamento das oportunidades para os empreendimentos solidários.SENAES/MDA/INCRA. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
ampliação dos bancos comunitários, moedas sociais e trocas solidárias (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
projeto coletivo para a criação de rede nacional de trocas solidárias definindo as paridades e lastro das moedas sociais. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Processo de mobilização, visibilidade e comprometimentos dos diversos entes que atuam ou tem interesse na criação e fortalecimento de uma rede nacional de fundos solidários que contemplem toda sua diversidade e capilaridade. (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
Desenvolver propostas de seguro junto aos financiamentos realizados para cobrir os custos de eventuais problemas que aconteçam para cada etapa. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
5 - Realizar debates internos e acumular no campo das Finanças Solidárias
discutir o PNMPO (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Criação de um grupo de trabalho com representação de governo e sociedade civil, em torno de 12 pessoas, com acúmulos sobre fundos solidários e legitimidade junto aos movimentos. setores envolvidos e comprometidos com Fundos Solidários. Recomendação: que essa composição contemple parte da sociedade civil e as redes nacionais com capilaridade nacional (FBES, FBSAN, ASA, Mutirão da CNBB, Rede de articulação de fundos de pequenos projetos) (I Seminário Nacional de Fundos Solidários / 2007)
Formação
1 - Criar e manter ferramentas de divulgação e comunicação da ES
criação de novos instrumentos para comunicação, linguagem, informação e tecnologia, garantindo a horizontalidade. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
utilização dos meios de comunicação já existentes ou a criação de um veÃculo de comunicação que cubra, divulgue e sensibilize a sociedade para os valores da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Socialização da informação e construção da rede de formação. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Capacitar os radialistas comunitários. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Criar um intercâmbio entre o Movimento de Economia Solidária e os Movimentos de Rádio Comunitária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Acesso ao PLANTEC para os empreendimentos na área de capacitação (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Incentivar o uso de software alternativo e gratuito, bem como a audiência aos canais públicos. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Divulgar as experiências, oportunidades de projetos e polÃticas públicas por meios populares: rádios comunitárias, panfletos, cartilhas. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
criação de sites. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
criar um sistema de comunicação da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Incentivar a propaganda boca-a-boca. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
2 - Elaborar propostas e realizar processos de formação de trabalhadores/as no movimento de ES
propor trabalhos interdisciplinares envolvendo todos os conteúdos. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Divulgar e ampliar o debate sobre o documento da Conferência nacional. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Capacitar os empreendimentos quanto aos instrumentos de Planejamento, Avaliação e Monitoramento, como forma de favorecer a troca de informações e o diálogo. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Elaborar proposta de Plano Nacional de Economia Solidária, pautado na formação polÃtica, incluindo agentes do PPDLES, empreendimentos na formação (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Formação e educação em economia solidária continuada (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
formação integrando consumo consciente e responsabilidade e preservação ambiental (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
realizar a formação continuada para a auto-gestão, inserida na realidade. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
formação e capacitação dos profissionais para a economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
3 - Sistematizar, elaborar e produzir materiais de formação
Produção de materiais informativos (cartilhas, folder, outros). (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Confecção de uma cartilha sobre ES com explicações sobre trocas solidárias e o funcionamento da ES. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Metodologia de formação. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
elaboração de livros didáticos que desenvolvam os princÃpios da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Criação de cartilha e/ou informativo que fale a respeito do dia-a-dia dos empreendimentos, bem como dos valores por eles desenvolvidos. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Divulgar as experiências, oportunidades de projetos e polÃticas públicas por meios populares: rádios comunitárias, panfletos, cartilhas. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Há em alguns estados (na maioria) necessidade de trabalhar bandeiras como a articulação de temas como: Economia Solidária & Gênero. Economia Solidária & Agricultura Familiar. Economia Solidária & Juventude. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Formação e educação com construção de uma escola nacional de Economia Solidária (houve proposta de escolas estaduais). (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
criar uma escola nacional de cooperativismo. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Fortalecimento das escolas famÃlia agrÃcola. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
socialização da informação entre os formadores em economia solidária e seu fórum. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
FBES deve fazer Sistematização das experiências de formação em Economia Solidária no paÃs (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
8 - Realizar ações de formação junto ao movimento de ES
Formação junto aos Fóruns Estaduais:
- planejamento
- Fazer capacitação de "multiplicadores/as militantes" que possam se co-responsabilizar pela divulgação e fortalecimento das bandeiras da economia solidária nas microrregiões de cada estado. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Formação polÃtica do movimento de ES. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Marco Legal
1 - Fazer debates internos sobre conceitos: Economia Solidária, os segmentos, entre outros
conceituar normativamente empresas de auto-gestão, cooperativas populares, bem como aquelas organizações de economia familiar. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
instituir grupo de trabalho nos fóruns estaduais, incorporando entidades como a OAB, por exemplo, universidades, legisladores e empreendedores. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
2 - Sistematizar, partilhar e divulgar leis estaduais e projetos estaduais de lei de Economia Solidária
Debater leis estaduais e municipais de fomento à ES a partir de experiências dos estados. Intercâmbio entre os estados. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
garantir informações sobre as leis vigentes. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Discutir e socializar leis de fomento à economia popular e solidária dos Estados. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
empreender levantamento sobre os instrumentos normativos estaduais e municipais que legislam sobre a economia solidária no Brasil. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Orientar os Fóruns Estaduais quanto às lutas do marco legal (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
criação de uma legislação especÃfica voltada para as cooperativas autênticas, para a massa falida e para empreendimentos solidários. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Elaborar proposta de Lei Geral do Cooperativismo (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Elaborar proposta-modelo de legislação para criação de Conselho Estadual de Economia Solidária (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
avançar no debate sobre a certificação dos produtos da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Elaborar proposta de lei(s) que garanta(m) vantagens fiscais aos empreendimentos (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Existe possibilidade de elaborarmos um projeto de lei popular para adequar a legislação de falências para que os trabalhadores e trabalhadoras possam assumir as empresas falidas? (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
4 - Articular com parlamentares (em especial a Frente Parlamentar de ES)
interlocução com o legislativo estadual, municipal e federal. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
5 - Incidir no Estatuto das Cidades
definir zonas especiais de interesse da economia solidária, a serem definidos no PDUS - Plano Diretor de Uso do Solo e Estatuto da Cidade. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
6 - Lutar e mobilizar pela aprovação de leis estaduais e federais de interesse e apoio à Economia Solidária
Luta da aprovação de leis estaduais e nacionais de fomento à ES. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Aprovar leis estaduais de ES em todos os estados do paÃs (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
7 - Articular rede de advogados para apoio ao movimento nos estados e em nÃvel federal
criação e articulação de uma rede de advogados para assessorar os empreendimentos nas questões jurÃdicas (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Produção, Comercialização e Consumo
1 - Articular e fomentar redes e cadeias de produção, comercialização e consumo
Democratizar as cadeias produtivas (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Devem ser consolidadas e ampliadas as ações e programas já existentes, tais como: o apoio às Feiras de Economia Solidária, viabilizando eventos (feiras, exposições, festivais, mercados populares de trocas, circulação de moedas sociais, encontros e oficinas) municipais, microrregionais, estaduais e nacionais. o fomento à criação de Redes, cooperativas e Cadeias Produtivas solidárias entre os empreendimentos e consumidores. projetos de agentes de desenvolvimento e economia solidária, Centrais de Comercialização. Casas da Ecosol, criação e manutenção de Centros Públicos de Economia Solidária, como espaços multifuncionais, de intercâmbio cultural, de formação e como espaços de articulação para a busca de alternativas de comercialização atendendo as microrregiões, garantindo a participação dos empreendimentos na gestão, articulados ao desenvolvimento territorial. (I Conferência Nacional de ES / 2006)
Criação e fortalecimento de Complexos cooperativos como forma de implantar o mercado justo. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Fortalecer redes/cadeias de produção/comercialização existentes. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
estimular o uso de moedas sociais em feiras e clubes de troca, numa perspectiva de afirmação da lógica da dádiva. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
articular a cadeia produtiva. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
construção de cadeias produtivas integrando campo e cidade. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Estimular e apoiar a criação de redes e cadeias produtivas, de comercialização e consumo, promovendo intercâmbio entre elas (troca de experiências e conhecimento, realização de ações conjuntas). (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
monitorar redes de economia solidária para viabilizar a sua integração. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
identificar cadeias de produtores, organizadas ou não e identificar as ações em comum caracterÃsticas das regiões, inclusive consumidores, melhorando a qualidade dos produtos, bem como o escoamento da produção. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
investir na formação de redes regionais de comercialização para as cooperativas de reciclagem. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Fomentar compras entre os empreendimentos (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
central de comunicação para garantir a informação entre as regiões, para comercialização dos produtos. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Incentivar/apoiar o turismo social (Nordeste do Brasil) MT. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Apoiar articulação de cadeias produtivas solidárias (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Aperfeiçoar as trocas na ES. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
As redes devem ser articuladas para promover a auto-sustentabilidade dos empreendimentos de Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Encontros estaduais e nacional para troca de informações, experiências, comercialização, etc. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Formação de redes de ES por cadeias produtivas (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
2 - Elaborar e criar ferramentas de potencialização de redes e cadeias de produção, comercialização, consumo e comunicação entre empreendimentos, e de divulgação dos produtos e serviços da Economia Solidária
realizar diagnóstico qualitativo e quantitativo da economia solidária no Brasil, para construirmos uma rede de informações. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Promover a divulgação da ECOSOL nos meios de comunicação, ressaltando seus princÃpios e sua prática, incentivando o consumo dos seus produtos, a participação nos seus eventos e estimulando a formação de uma consciência social que valorize a economia solidária. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Utilizar os meios de comunicação (TV, rádio, jornal, etc) já existentes para sensibilizar acerca do consumo solidário. MC/RADIOBRAS. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Potencializar as formas de comunicação entre empreendimentos solidários (base de dados) para identificação de insumos comuns, promoção de acordos para atender a demanda comum, planejamento, produção, comercialização e trocas mútuas. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Um banco de informação da ES com acesso nacional. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Criação de uma rede de troca de informações entre empreendimentos. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Criar mecanismo de comercialização via internet (tipo "cadebinho"). (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Fomentar compras entre os empreendimentos (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Portal de comercialização (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
central de comunicação para garantir a informação entre as regiões, para comercialização dos produtos. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Promover a internet como meio de divulgação dos empreendimentos, ações e produtos da Economia Solidária, em âmbito nacional e estadual, havendo troca de informações entre ambos. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Adquirir recursos para informação e comercialização, criando projetos para sistematizar todas as associações, cooperativas, centros comunitários e outros, que promovam Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Divulgar na rede hoteleira e incentivar o consumo entre os turistas de produtos oriundos da Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Criação de um catálogo de produtos e serviços dos empreendimentos da economia solidária. distribuir cartilhas sobre trocas e redes solidárias SENAES. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Apoiar articulação de cadeias produtivas solidárias (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Criação de um site com classificados da Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Banco de Dados dos produtos que são consumidos da rede. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
dar visibilidade à economia solidária, publicizando modelos positivos de redes e empreendimentos. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Um órgão de comunicação para a divulgação da ES a fim de popularizar. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Marketing e publicidade na E.S. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
3 - Criar e articular espaços e iniciativas de comercialização solidários (lojas, feiras, grupos de consumo, centrais...)
exportação. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Discutir pontos de comercialização regionais / municipais. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
criar feiras de economia solidária e intercâmbio estadual, nacional e internacional. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Ampliação dos espaços de acesso ao mercado, bem como ocupar (disputar) espaços em feiras nacionais financiadas pelo governo federal, para a ES. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Centros de Produção Solidários (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Centrais de comercialização (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
implantação de centrais de comercialização de produtos (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Criar a casa da ES em cada estado. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
espaços públicos para a comercialização de produtos da economia solidária. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Criar uma central de negócios da economia solidária para comercialização de modo geral. MDA/INCRA/MDS/CONAB. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Realização de feiras municipais permanentes. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Criar centros de comercialização e lojas dos produtos da ECOSOL por microrregião do Estado, com espaço próprio para a venda de produtos diferenciados (agroecológicos, orgânicos etc.). (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Fomentar a criação de espaços de comercialização nos municÃpios que possibilite a inclusão de empreendimentos informais da economia solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Participação na construção do Sistema Estadual de Comercialização da Agricultura familiar e Economia Solidária, casado com a discussão dos Centros Públicos (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
organização de cooperativas de consumo e central de compras coletivas. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Discutir feiras de ES (regionais, estaduais e municipais). (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Fomentar o consumo consciente (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Apropriação dos Centros Públicos de ES pelo movimento nos estados (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Elaborar material de orientação sobre compras solidárias (empreendimentos solidários de compras solidárias) (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Consumo consciente (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Elaborar propostas de alterações e melhorias do atual programa de feiras (por exemplo, para feiras permanentes e itinerantes municipais e regionais) (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Divulgar na rede hoteleira e incentivar o consumo entre os turistas de produtos oriundos da Economia Solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Trocar experiências entre as várias iniciativas nos estados para viabilizar a participação dos empreendimentos solidários como fornecedores de produtos e serviços nos encontros da ES. A alimentação neste encontro poderia ter sido realizada pelos empreendedores da economia solidária (o Fórum Mineiro de Economia Solidária Regional Vale do Rio Doce já tem esta prática). (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Incentivar que o poder público e as entidades de apoio consumam produtos e serviços da economia solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Definir cadeias produtivas prioritárias (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Gerar oferta conjunta para compras públicas. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Implementar programas que facilitem aos empreendimentos da ECOSOL o acesso aos meios de produção e possibilitem a criação da infra-estrutura necessária à produção e à comercialização direta, inclusive interestadual, eliminando a figura do atravessador. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Considerar as diferenças regionais, nos seus variados aspectos, como clima, vocação natural, potencial, quando da elaboração e implementação dos programas governamentais, o que implica a realização de pesquisas e estudos aprofundados das diversas situações. adequar o calendário agrÃcola à s realidades regionais. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Elaboração de plano de negócios para as cooperativas com vista a ampliação da rede de clientes compradores (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
identificar cadeias de produtores, organizadas ou não e identificar as ações em comum caracterÃsticas das regiões, inclusive consumidores, melhorando a qualidade dos produtos, bem como o escoamento da produção. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
visão e planejamento de mercado de longo prazo. (III Plenária Nacional de ES / 2003)
Discutir feiras de ES (regionais, estaduais e municipais). (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)
Incentivar a reflexão acerca da exportação de excedentes. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Consumo - construção de um plano de ação de consumo endógeno, para dentro do movimento. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Refletir, estudar e elaborar recursos e estÃmulos para estruturar a produção e a comercialização de produtos a fim de gerar renda aos pequenos. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
5 - Estimular e elaborar propostas de uso de moedas sociais e trocas solidárias
Criação de uma moeda solidária. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
6 - Melhoria da qualidade da produção e serviços da ES
Facilitar a doação de equipamentos usados e semi-novos para os produtores. (I Encontro Nacional de Empreendimentos Solidários / 2004)
Ampliar a discussão sobre o impacto ambiental de nossas ações (agroecologia e manejo de resÃduos e recursos naturais). (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Qualidade no trabalho dos empreendimentos. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
Garantia da qualidade das condições de trabalho: condições de saúde e higiene, meio ambiente dos empreendimentos. (Encontros Regionais de Reestruturação do FBES / 2006)
7 - Criação e articulação de bancos de sementes
8 - Fomentar participação de mulheres nos processos produtivos e de comercialização em ES
Fomentar a participação das mulheres como sujeitos nos processo de comercialização, considerando as desigualdades culturais ainda vivenciadas por elas. (VII Coordenação Nacional e Reação dos estados ao documento provocativo / 2007)